Os 6 hábitos da felicidade: como aplicar a psicologia positiva na prática

Eu comecei uma nova tradição esse ano: definir em janeiro o eixo temático editorial do blog para o ano inteiro. Não sei se vou manter esse costume ano que vem, mas até agora tem dado super certo. Pensar nos temas que eu quero abordar com antecedência me deixa bem mais tranquila e em paz para me abrir para as inspirações da vida na hora H de escrever os textos.

E assim eu posso também levar em conta as sugestões que vocês me dão e fazer o máximo possível para que nenhum assunto muito importante fique perdido na beira da estrada. Muito que bem. Lá fui eu começar a fazer o calendário editorial desse ano quando chegou a hora de pensar em qual seria o assunto de setembro.

Eu sou totalmente parcial nessa questão, mas te digo logo que setembro é um dos meses mais lindos de todo o ano. O início da primavera e o final do inverno me trazem sempre coisas incríveis e toda a simbologia por trás desse fim e início de ciclo me comovem lá no fundo. A primavera é a minha estação favorita de todas e eu amo muitíssimo me inspirar nela e trazer um pouco dessa atitude para a minha vida.

Descongelar, renascer e deixar o sangue fluir de novo.

E sim, eu sei que ainda não chegamos na primavera oficialmente, mas eis uma outra coisa que você não tá levando em conta: setembro também é o mês do meu aniversário. Preciso dar mais motivos pra te convencer do quão especial e maravilhoso é esse mês? 🙃

Essas duas coisas me levaram a escolher, pra os próximos trinta dias, um tema muito muito muito especial pra mim: a psicologia positiva – o ramo da psicologia que trata dos sentimentos e das atitudes otimistas, positivas e que acrescentam sempre algo de bom na nossa vida. Essa foi a estrela que eu escolhi para me guiar ao longo dos textos de setembro. Existem poucas coisas que me fascinem mais do que o otimismo.

Ou, dito de outra a forma: a felicidade, o prazer e o êxtase são três das sensações e estados de espírito mais aterradoramente incríveis que a gente pode experimentar. Tem coisa melhor do que viver? Tem coisa melhor do que estar feliz, conectado com o momento presente? Com olhos bem abertos para a realidade e, ao mesmo tempo, sonhando e imaginando e desejando o bastante coisas boas?

Essa é a onda que eu quero que você pegue comigo em setembro.

Se te interessar, fique à vontade.

Eu vou escrever sobre assuntos relacionados à felicidade e ao otimismo tanto aqui quanto na newsletter semanal do nosso clube super VIP. E pra começar numa nota boa, quero hoje aproveitar uma sugestão de um leitor queridíssimo que me pediu para falar sobre como nós podemos aplicar a psicologia positiva de um jeito prático e simples no nosso dia-a-dia. Que sugestão deliciosa, mano!

Cê sabe bem que eu amo tudo o que é prático e direto ao ponto.

Então tire o seu sapato, pegue uma bebida e vem cá um instantinho. 👀

 
 

O que é psicologia positiva?

Citando algumas informações tiradas diretamente da nossa querida e fiel amiga Wikipedia, a psicologia positiva é um movimento dentro da psicologia que estuda e analisa “os potenciais, as motivações e as capacidades humanas”. O foco é a busca felicidade, não as doenças mentais, e emocionais e tudo começou entre 1997 e 1998 com um cara norte-americano chamado Martin Seligman.

E de lá pra cá, meu bem, a coisa explodiu.

Esse movimento é todo bem recente, como você pode ver. Faz ainda nem vinte anos desde que esse aspecto da vida humana começou a ser estudado pra valer. Ainda assim, cada vez mais e mais psicólogos e estudiosos de todas as partes do mundo se interessam por esse assunto – e por um excelente motivo.

Como explica o Shawn Achor nessa palestra TED aí de baixo, a psicologia ficou décadas e décadas focada em apenas uma coisa: tirar as pessoas da merda. O que, é claro, é algo absolutamente necessário de se fazer. O foco eram as doenças mentais, as distorções, as psicoses, os traumas e toda a penca de problemas e distúrbios que podem afetar a nossa vida.

 
 

Tirar a pessoa de um estado de -50 e levar ela para um ponto neutro era o principal e as coisas boas e positivas da vida (coragem, felicidade, paz, garra, persistência, compaixão, fraternidade, etc.) nunca foram olhadas como sendo dignas de uma abordagem científica. Veja essa palestra depois, vai por mim.

Não só ela te dá mais detalhes sobre a psicologia positiva, de um jeito bem simples, como também vai te fazer rolar de rir algumas vezes. Shawn foi o escritor de um livro fabuloso que eu recomendo demais demais para quem quer saber mais sobre o assunto: O Jeito Harvard de Ser Feliz. O título é grotesco, mas o assunto é de primeira.

 

Como é que você encara o estresse?

E antes de cair de cabeça nas dicas práticas de como ser mais feliz constantemente e aumentar a sua dose diária de otimismo, preciso falar de duas coisas bem importantes. Dois conceitos que, uma vez que você os abraça e os aceita sinceramente dentro da sua cabeça, podem mudar a sua vida de verdade.

E o primeiro deles é esse aqui: a forma como você lida com o estresse é mais importante e conta mais pontos do que as situações estressantes que realmente acontecem na sua vida. Ou, colocando de outro jeito: pensar que o estresse é uma coisa boa e minimamente proveitosa vai te fazer ficar realmente menos estressado quando algo ruim acontecer.

Não vou dizer que as situações estressantes que rolam na sua vida sejam irrelevantes – é claro que isso é mentira. Tudo o que nos acontece nos afeta e, às vezes, demoramos um bocado de tempo para perceber e admitir o impacto que uma certa situação teve em nós.

Mas partir da linha de largada achando que o estresse é ruim vai aumentar, literal e fisicamente, todos os efeitos ruins que as situações estressantes já teriam normalmente no seu corpo. E pra entender melhor esse conceito, veja também essa palestra maravilhosa aqui:

 
 

O universo é mental. O seu cérebro tem um potencial inimaginável, meu amigo – e você e eu não temos nem uma migalha de pão de consciência do que ele pode fazer.

Se você pensa que o estresse vai te ferrar, as chances de isso realmente acontecer aumentam. Não determinam, é claro; mas incentivam bastante. E o que a Kelly te conta nessa palestra é que você pode começar a encarar as situações estressantes da sua vida de uma outra forma. De um jeito adulto e limpo, pré-disposto a perceber aquelas situações ruins e estressantes como coisas minimamente boas.

Afinal de contas, você sabe: toda merda serve de adubo.

Isso aí é sabedoria popular e prática que qualquer pessoa que entende de jardinagem pode te dizer. E quando o seu corpo fica estressado – coração batendo rápido, veias da cabeça pulsando, respiração rápida, sentimentos intensos rolando no seu coração –, ele está tentando te ajudar. Ele sente quando chega a hora da batalha, sabe?

O seu corpo sempre está trabalhando ao seu favor.

E se a sua mente tentar dar uma forcinha, você com certeza já vai ficar bem melhor. 💛

 

Felicidade primeiro, sucesso depois

Uma outra ideia – super fácil de ser mal interpretada ou distorcida, infelizmente – essencial é aquela que diz que a felicidade não é o destino, ela é o caminho. Aposto que você já ouviu isso em algum lugar antes, mas vamos nos deter aqui um pouco.

Quando se diz que você precisa ser feliz primeiro para, só depois, ter um sucesso sólido e robusto em todas as áreas da sua vida, a gente não está falando de uma felicidade falsa, montada ou arquitetada. Não é aquela felicidade de posar para os amigos como se você fosse o dono do mundo, totalmente seguro, descomplicado e inteligente quando, na prática, você está cheio de traumas e medos.

Isso não é felicidade.

A ideia que te diz que você precisa ser feliz agora, no momento presente, e realmente aproveitar a sua vida antes de querer algum sucesso mais prático e visível não está te pedindo para suprimir os sentimentos ruins ou fingir que eles não existem.

Felicidade não é perfeição.

E nem sempre a felicidade é bonita ou fácil, também. Não é acordar todos os dias em um comercial de margarina ou de absorvente e continuar rindo e achando graça de todas as coisas ruins que estão acontecendo ao seu redor. Vamos deixar isso claro de uma vez para você não tatuar a ideia errada na sua caixola.

O lance é: resultados bons, sucesso, vitórias e mais vitórias em todas as áreas da vida de uma pessoa são coisas mais difíceis de acontecerem quando a dita pessoa está infeliz, na merda, bancando a vítima o tempo todo e tapando os olhos para as suas próprias questões. O sucesso não dá no meio do nada.

Ter sucesso implica em ter hábitos bons, em fazer decisões bem pensadas e, claro, em ter um pouquinho de sorte. Uma vida plena, cheia de recursos e lotada de pessoas ótimas te ajudando e te amando não acontece de repente – como um daqueles presentes que você recebia na noite do Natal. E na nossa sociedade ocidental e egocêntrica você sabe como é que anda esse papo de sucesso, né?

Fica parecendo que a gente só vai ser feliz depois que algo acontecer.

Comprar um carro, comprar uma casa, ter filhos e se casar, rodar o mundo com a sua banda, finalmente começar o seu negócio, se tornar um artista respeitado e bem conceituado, terminar as suas três faculdades e os seus dois pós-doutorados – fazer e acontecer para, só depois, ser feliz.

Aí é que tá a raiz do problema.

Coisas boas não acontecem com tanta facilidade assim quando a gente se priva da felicidade agora, no momento presente. Elas são mais difíceis de acontecer quando você está esperando para viver a sua vida – entende o ponto principal? O problema não são as suas metas, e sim o ato de condicionar a sua felicidade à elas.

E, enquanto isso, esquecer de aproveitar a montanha russa.

A vida foi feita para que você use bem todos os seus recursos. A sua vida tá rolando o tempo todo, sem parar para beber uma água ou descasar; vinte e quatro horas por dia sete dias por semana. O que é que você está esperando para ser feliz?

E de novo, reforço: ser feliz é ficar na merda também. Nenhuma felicidade e paz de espírito chegam sem um pouco de adubo fedorento e traumático para nos colocar de volta nos eixos. Todo mundo tem problemas, todo mundo fica pra baixo às vezes e todo mundo (inclusive os seus heróis e figuras públicas que você tanto admira) é um pouco doido ou sofre de uma ou outra condição mental intensa.

Aceitar esses dois aspectos da vida é primordial.

 

Os seis hábitos da felicidade

Agora vamos ao que interessa. Essas ideias aqui foram tiradas do livro Slight Edge, do Jeff Olson, e do livro O Jeito Harvard de Ser Feliz, do Shawn Achor, já mencionado lá em cima. Se você ama a sua vida e quer tirar o máximo de proveito dela, faça um favor a você mesmo e leia esses dois livros.

Duvido que você vá se arrepender.

Existe um pouco de teoria e bastante pesquisa científica por trás de cada um desses hábitos. Eu vou omitir tudo isso aqui e ir direto ao ponto por dois motivos: ➊ - eu realmente não sou especialista e com certeza existem pessoas e autores bem mais capacitados do que eu para te dar os detalhes do porquê cada um desses hábitos funciona e ➋ - eu já cansei bastante a sua orelha (ou olhos, no caso) por hoje.

Parta do princípio que sim, esses autores sabem do que estão falando e que se você fizer todos esses seis hábitos com firmeza ao longo do tempo, você vai realmente ser mais feliz. Isso não vai te impedir de cair do cavalo várias vezes, mas a manha de como dar a volta por cima e voltar para o seu eixo vai estar cada vez mais presente.

E presta atenção naquela palavrinha ali: firmeza.

Não existe nenhuma mudança verdadeira que possa ser alcançada nessa vida com apenas um ou dois dias de esforço. Ser feliz e se manter com um bom estado de espírito – otimista, aberto, atento, receptivo e grato – é que nem banho, meu amigo.

Precisa tomar todo santo dia.

Não só quando você está afim, não só quando é fácil ou conveniente.

Não só quando você sente tesão pela atividade ou quanto tem alguém te dando uma palavra de incentivo ou um tapinha nas costas. Esse compromisso precisa surgir e ser sustentado por você todos os dias, de verdade.

 

Liste três coisas pelas quais você é grato

Simples assim. Pode ser apenas dentro da sua cabeça, realmente pensando e se concentrado nelas, ou escrevendo em um caderno ou em um diário virtual. Pode ser contando para algum amigo íntimo ou até mesmo falando sozinho durante o banho.

O importante é começar ou reforçar o costume de procurar pelas coisas boas nos seus dias. E por pior que ele tenha sido, olhe direitinho e você vai encontrar algo de legal, de bom ou de incrível no meio do caos.

E tudo bem se você fizer essa lista se sentindo mal. Você não precisa estar extasiante de felicidade e de amor por todos os seres humanos para notar, clara e racionalmente, que algo de bom e de bacana rolou no seu dia. Você pode ser cético ou pagão e ainda assim conseguir listar essas três coisas.

Eu não me importo.

E também não precisa ser nada milagroso não: conseguir um desconto em uma roupa que você queria muito vale, ter na vendinha da esquina aquele salgado delicioso e super safado que você está querendo desde ontem vale ou ler uma coisa super engraçada no twitter e rir disso sozinho por uns cinco minutos vale. Vale tudo.

O importante é começar.

 

Escreva sobre uma experiência boa por cinco minutos

Esse aqui é um nível mais avançado, mas se você estiver afim, vai fundo. A ideia é que você realmente escreva, dessa vez. Tire cinco minutos para relembrar e escrever uma situação boa que aconteceu no seu dia, seja ela qual for. Pode ser pequena, pode ser média ou pode ser monumentalmente grande. Apenas escreva.

Você tá ligado que o seu dia está transbordando de cinco minutos, né?

E que você desperdiça a maioria deles com atividades idiotas que você nem se lembra de ter feito depois, né? E que os seus dedos não vão cair, te garanto!, se você parar só um pouquinho para ser sincero com você mesmo e pescar uma coisa boa que aconteceu no seu dia, né? Só checando.

Esse e o hábito ali de cima dizem respeito à essência da psicologia positiva: treinar a sua mente, deliberadamente, para ver as coisas boas da vida. Elas nunca andam sozinhas, mas elas sempre estão lá. Ver elas ou não é uma questão de escolha.

 

Medite por 5 ou 10 minutos

Isso pode ser feito de muitas e muitas formas e, o mais importante, é que você goste e aprecie minimamente o processo. Você pode baixar um aplicativo (muita gente recomenda o Headspace e eu sou louca maluca e fanática pelo Calm) ou pode simplesmente fechar o olho e ficar contando 1, 2, 3 e assim por diante na sua cabeça.

Você pode reparar na sua respiração e dizer internamente: “expira” e “inspira” toda vez que você expirar e inspirar. Você pode ficar de olhos abertos e fixos um momento mesmo ponto, também. Olhe para o fogo de uma vela, para o botão vermelho da sua televisão ou para qualquer coisa na parede por cinco minutos, respirando e existindo.

Uma forma de meditar que eu adoro é olhando fazer isso para um espelho.

Aprendi isso esse ano e olha, o negócio foi fundo. Fique na frente de um espelho de rosto ou de corpo todo – ou até pegue um daqueles pequeninos e apoie ele em cima da mesa de modo que você consiga se enxergar nos olhos – e simplesmente olhe pra você mesmo. E respire.

Fique com você mesmo por cinco ou dez minutos ao longo do dia, todos os dias. Existindo, reparando nos seus pensamentos e no seu corpo, notando as suas emoções e vendo o que acontece. Não precisa pensar em nada específico, tampouco precisa se esforçar muito para esvaziar a cabeça e conseguir se concentrar 100%.

Só respire. Nem sempre você vai estar calmo e, verdade seja dita, nem sempre fazer isso vai te acalmar, necessariamente. Às vezes você está super no clima, às vezes não. Às vezes você sai como se estivesse pisando nas nuvens, às vezes não.

O importante é repetir esse exercício todo dia.

 

Faça uma coisa aleatória e gentil pra alguém

Fazer um ato gentil significa muitas e muitas coisas, depende da situação. Pode ser ceder o seu lugar no ônibus ou no metrô, pode ser buscar água ou café para o seu colega de trabalho, pode ser dar a vez para um carro que está doido para te cortar, pode ser dar um sorriso bacana e sincero para qualquer pessoa na rua, pode ser falar para a atendente daquela loja que ela tem um cabelo lindíssimo.

De novo: não importa.

O importante é que seja gentil e que seja todos os dias.

Quanto mais intencional e de propósito você conseguir fazer isso, melhor. Faça algo de legal para pessoas estranhas na rua, pessoas que você conhece de longe, mas com quem nunca conversou de verdade, pessoas que são seus amigos, para a sua família e, é óbvio, pra você mesmo também. Faça um grande rodízio entre essas categorias e deixe que os atos legais e gentis atinjam cada hora uma pessoa.

E se forem coisas bem bobas ou se você fizer algo gentil sempre pra mesma pessoa, tudo bem também. Se você quiser ir super fundo e se desafiar a fazer coisas ainda mais legais e especiais para os seus amigos e familiares, tá ótimo. Apenas faça. Reforce a sua compaixão, o seu silêncio e o seu carinho para com as outras pessoas assim, de graça mesmo. Sem esperar nada em troca.

 

Faça dez minutos de uma atividade física

Só dez. Não precisa virar atleta não. Ande no seu quarteirão umas dez vezes dando passos largos, suba e desça as escadas do seu prédio, dance bastante umas três ou quatro músicas super agitadas e pronto. Vá até onde você se sentir confortável com esse hábito, já que nem todo mundo tem a mesma condição física ou o mesmo nível de amor pelo suor. Mas estar ativo faz muita diferença na nossa felicidade.

Você pode fazer uns agachamentos e flexões, pular corda no seu quintal ou no estacionamento do seu condomínio, fazer uma aula de dança toda semana, ir nadar em uma piscina de um clube e infinitas coisas mais.

Existem várias lutas, espertes e outras coisas incríveis – como yoga e pilates – que podem te interessar. Se você também é sedentário (quem, eu?), apenas deixe essa porta aberta para as possibilidades. Eu tenho menos do que zero interesse ou conhecimento sobre atividades físicas, mas posso atestar que ter algo que te mexa e que te chacoalhe todos os dias faz uma imensa diferença.

 

Leia 10 páginas de um bom livro

Esse hábito aqui é poderoso demais, viu. E é um dos meus favoritos, também.

Dez páginas de um livro, por mais totalmente não-leitor que você seja, não é lá tão difícil. Esse é basicamente o mesmo tempo que você deve passar tomando banho ou se arrumando pra sair, talvez. É tão rápido de se fazer que chega a ser ridículo.

Mas se isso for um desafio imenso pra você, se preocupe não: leia cinco páginas. Ou três. O importante é fazer todos os dias, faça chuva ou faça sol. Comece pelas indicações de pessoas amigas e, se precisar, veja aqui todos os textos que estão com a tag “livros”. Ali tem umas recomendações bem boas.

Escolha livros bacanas que realmente te acrescentem alguma coisa. Não precisam ser de auto ajuda, necessariamente, mas precisam, sim, ser intencionais. Se você quer curtir uma boa poesia, escolha um bom livro de poemas. Se você quer rir, leia um ótimo livro de crônicas de algum escritor bem humorado.

A quantidade de coisas incríveis, mágicas e que abrem a nossa mente que estão contidas nos livros não tá no gibi, galera.

 

Concluindo

Comece fazendo apenas um desses hábitos por vez, pra ficar fácil. Faça um desses hábitos por 21 dias e depois passe pro outro. Escolha primeiro o que for o hábito mais natural e intuitivo pra você, também.

E aprenda a não fazer cara de quem comeu e não gostou para as coisas fáceis. Especialmente aquelas que são tão fáceis de fazer quanto de não fazer, sabe como? É aí que está a verdadeira mágica da vida: nas pequenas reentrâncias diárias que geralmente passam desapercebidas.

Essa coisa de psicologia positiva pode dar muito pano pra manga ainda e fique frio que essa não é a última vez que vou falar disso por aqui. Se você gostou do tema e também acha ele ótimo, comente e recomende esse texto aí para eu saber.

E me conta: como é que você lida com a sua felicidade?

Assim na prática do dia-a-dia mesmo, sem enfeites e sem disfarces? Você já conhecia esse ramo de estudo específico sobre o lado positivo da vida? Vamos conversar!


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