3 perguntas para criar metas e objetivos de vida

Eu sempre fui uma pessoa bastante indecisa.

Tipo, bastante mesmo para caramba. Morria de angústia todas as vezes que um livro me pedia para “me imaginar daqui a 10 anos”, “descrever como seria o meu dia ideal” ou “pensar na pessoa que eu gostaria de ser até o ano que vem”. 

Quando estava lendo A Arte de Fazer Acontecer (livro que deu origem ao método GTD, sobre o qual você pode aprender mais clicando aqui) quase morria todas as vezes que David Allen falava sobre os horizontes mais altos: aqueles que pediam que você pensasse na sua vida daqui 5, 10 ou 30 anos.

Era uma morta amarga e lenta, meus amigos.

Toda essa historinha para introduzir a motivação primordial desse texto: ajudar outras pessoas igualmente indecisas a encontrarem as suas metas & objetivos de vida sem estresse – ou com bem menos estresse, pelo menos.

Como bem vamos aprendendo ao longo desse caminho da organização, saber para onde você está indo é essencial. Não adianta nada ter pastas etiquetadas e uma casa super minimalista se você não sabe aonde todo esse samba vai dar.

Organizar os objetos da casa é bem mais fácil do que fazer de um planejamento de vida realmente intencional e coerente – esse último buraco é mais embaixo. Como diria o maravilhoso mestre psicólogo Gikovate, a vida não tem sentido algum, mas não é proibido lhe dar um. Pelo contrário, faz um bem danado para o nosso humor e felicidade.

Saber como que você vai aproveitar o seu limitado tempo na Terra e quais são as experiências que realmente te interessam é o filtro pelo qual todas as suas decisões vão passar – além de ser um dos pré-requisitos para manter a sua garra e perseverança ativos por mais tempo (conforme diz a psicóloga Angela Duckworth nesse livro incrível).

Vamos então olhar para esse problema por um outro ângulo.

Ao invés de tentar imaginar de um jeito abstrato o que você gostaria de estar fazendo daqui a tantos anos, pense no que você quer aprender, experimentar e com o que você vai contribuir ao longo desse ano.

O infográfico aí embaixo explica melhor a lógica dessas perguntas que, para mim, fizeram toda a diferença do mundo. Elas viraram os meus três grandes pilares na hora de pensar em qualquer coisa relativa ao futuro: metas do ano, do trimestre, previsão para o ano que vem, objetivos de longo ou longuíssimo prazo.

Não interessa qual seja o ponto distante do futuro, elas me ajudam muito a entender o que eu quero de verdade. Elas me esclarecem quais são aquelas coisas que eu não quero passar a vida sem ter ou sem experimentar.

Espero que elas sejam um farol tão bom para vocês quanto foram para mim. 😉

 
 
 

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